sábado, 14 de março de 2009

ANTIVAZAMENTO

) Antes de chegar a cada cidade, a internet pode vir de satélites, ondas de rádio ou por meio de uma rede de 270 cabos de fibra ótica submarinos que interligam os países do globo e respondem por cerca de 80% da comunicação mundial. Eles são a opção mais barata e também a mais potente: transmitem até 500 vezes mais informação do que os satélites.

2) Os cabos que chegam do mar vão para centrais de telecomunicação, que retransmitem o sinal para dentro do país por meio de fios subterrâneos. Esses sistemas são controlados por empresas de telecomunicações e por grupos de pesquisa financiados pelo governo. No Brasil, as maiores centrais ficam em Fortaleza, Rio, São Paulo e Florianópolis.

3) Para que o sinal da internet seja transmitido para uma cidade inteira sem fio, uma boa opção são as redes WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access), que recebem o sinal e o retransmitem por meio de ondas de rádio para aparelhos com placas específicas para isso. O alcance das ondas varia entre 50 e 80 quilômetros de raio.

4) Em grandes cidades, a posição das antenas tem que considerar, além do raio de alcance, a quantidade de pessoas. Por exemplo, se a cidade tem 1 milhão de habitantes, devem existir de 40 a 50 antenas com velocidade de 1 Gbps para que cada usuário tenha 100 Mbps de velocidade, valor semelhante ao oferecido pela banda larga atual.

5) Poucos computadores têm a placa específica para receber WiMAX – a maioria reconhece só o sinal Wi-Fi. Para converter o sinal WiMAX em Wi-Fi, é necessário instalar na cidade roteadores, aparelhos com alcance médio de 50 metros. Uma cidade como São Paulo precisaria de 30 mil roteadores espalhados em cima de postes e prédios.

6) Com os roteadores distribuídos pela região metropolitana, é só conectar o laptop, computador de mesa, celular e outros gadgets que tenham acesso à internet. Mas a quantidade de pessoas acessando ao mesmo tempo um ponto interfere na velocidade da conexão. Num parque, onde é mais difícil controlar esse número, o acesso pode ser mais lento.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Blogger no Brasil

As Organizações Globo, na inauguração de seu portal de Internet, a Globo.com, fez uma parceria com o Pyra Labs em 2002, possibilitando a inauguração da primeira e até hoje única filial do Blogger no mundo. O Blogger Brasil foi lançado em uma grandiosa estratégia, incluindo blogs de personagens fictícios da novela O Beijo do Vampiro, que ia ao ar pela TV Globo.

Na época, o filhote brasileiro oferecia também hospedagem de imagens, coisa que a matriz estadunidense ainda não oferecia de graça. Rapidamente se tornou um dos maiores hospedeiros de blogs do Brasil. O Blogger Brasil foi um dos maiores responsáveis pelo "estouro" dos blogs no país.

Apesar de o serviço Blogger Brasil ser disponivel somente para assinantes Globo.com, existe a versão gratuita e oficial que é do Google.
Lançado em agosto de 1999, é uma das primeiras ferramentas dedicadas a publicação de blogs e é conhecido por popularizar o formato. Mais especificamente, ao invés de colocar os posts à mão em HTML e freqüentemente fazer o upload de novos posts, o usuário pode criar posts para o blog através do site/sítio do Blogger. Isto é possível com qualquer navegador e imediatamente aparece no site.

O Blogger foi começado pelo Pyra Labs. Em 2003, o site/sítio de busca Google comprou a empresa e com isso, o Blogger. O Google era o que estava faltando no Pyra. Mais adiante, funções especiais que tinham a necessidade de serem pagas para serem acessadas, tornaram-se grátis com a ajuda do Google.

O Google comprou a Picasa (um produtor de programas de imagem) em 2004 e o seu utilitário de compartilhamento de fotos Hello, que foi integrado ao Blogger, permitindo usuários a postarem suas fotos nos blogs.

Em 9 de maio de 2004, o Blogger foi relançado com um novo visual em colaboração com as empresas de webdesign Adaptive Path e Stopdesign, adicionando novos templates, página própria para posts, comentários, e postagem por e-mail.
 
© Papeis Krista '' Por Elke di Barros