) Antes de chegar a cada cidade, a internet pode vir de satélites, ondas de rádio ou por meio de uma rede de 270 cabos de fibra ótica submarinos que interligam os países do globo e respondem por cerca de 80% da comunicação mundial. Eles são a opção mais barata e também a mais potente: transmitem até 500 vezes mais informação do que os satélites.
2) Os cabos que chegam do mar vão para centrais de telecomunicação, que retransmitem o sinal para dentro do país por meio de fios subterrâneos. Esses sistemas são controlados por empresas de telecomunicações e por grupos de pesquisa financiados pelo governo. No Brasil, as maiores centrais ficam em Fortaleza, Rio, São Paulo e Florianópolis.
3) Para que o sinal da internet seja transmitido para uma cidade inteira sem fio, uma boa opção são as redes WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access), que recebem o sinal e o retransmitem por meio de ondas de rádio para aparelhos com placas específicas para isso. O alcance das ondas varia entre 50 e 80 quilômetros de raio.
4) Em grandes cidades, a posição das antenas tem que considerar, além do raio de alcance, a quantidade de pessoas. Por exemplo, se a cidade tem 1 milhão de habitantes, devem existir de 40 a 50 antenas com velocidade de 1 Gbps para que cada usuário tenha 100 Mbps de velocidade, valor semelhante ao oferecido pela banda larga atual.
5) Poucos computadores têm a placa específica para receber WiMAX – a maioria reconhece só o sinal Wi-Fi. Para converter o sinal WiMAX em Wi-Fi, é necessário instalar na cidade roteadores, aparelhos com alcance médio de 50 metros. Uma cidade como São Paulo precisaria de 30 mil roteadores espalhados em cima de postes e prédios.
6) Com os roteadores distribuídos pela região metropolitana, é só conectar o laptop, computador de mesa, celular e outros gadgets que tenham acesso à internet. Mas a quantidade de pessoas acessando ao mesmo tempo um ponto interfere na velocidade da conexão. Num parque, onde é mais difícil controlar esse número, o acesso pode ser mais lento.
sábado, 14 de março de 2009
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